O ensino na Grécia pode ser dividida em dois métodos: o método Espartano que formava cidadães para o estado e a favor do estado e o método Ateniense que formava cidadães livres, pensadores e críticos. De acordo com os ideais Atenienses:
"O ensino não partirá de certezas e verdades, mas de dúvidas e de problemas. Assim, o seu objectivo será triplo: exercitar o espírito do aluno (...) reunir os diferentes pontos de vista que já foram expressos (...) conduzir à pesquisa filosófica, formulando dúvidas sobre cada coisa, e submeter a uma prova lógica cada problema, de forma que seja verificada a legitimidade da certeza em cada caso." (HOURDAKIS, Antoine, Aristóteles e a Educação, Edições Loyola, S. Paulo, 2001, p.47.)
A educação desenvolvida em Esparta estava intimamente ligada ao caráter militarista que a sociedade e o governo tomavam naquela época. Desde a mais tenra idade, percebemos que a formação do indivíduo era reconhecida como uma função a ser obrigatoriamente assumida pelo próprio Estado. Para compreendermos tal prática, é necessário nos lembrar que os espartanos viam cada novo ser como um soldado em potencial.
Apos a queda da Grécia e o domínio de Roma modo de educação mudou, passou a não ter democratização e passou a formar guerreiros, ou seja passou a ser moral e física, a educação romana teve sobre tudo caráter prático, familiar e civíl, destinada a a formar o civis romano.
A palavra educação vem do Latim: Educare (alimentar, tramitir informação a alguém) e Educere (extrair desabrochar, desenvolver algo que esta no individuo).


.jpg)